Desde Aristóteles (De Anima, séc. IV a.C.) até Tomás de Aquino (Summa Theologiae, I, q.76, c. 1265–1274), a tradição filosófica ocidental entende o ser humano como uma unidade substancial de corpo e alma. Separar identidade do corpo transforma o corpo num objecto externo, manipulável e descartável.