
Em ambos os casos coloca-se, portanto, a mesma questão bioética: é justificável alterar um corpo biologicamente saudável para resolver um conflito entre corpo e identidade corporal?
"A SPSC conclui que o Projeto de Lei n.º 391/XVII/1.ª carece de qualquer fundamento empírico sólido. A proposta: 1. Ignora o consenso internacional sobre a base biológica da identidade de género. 2. Descontextualiza dados sobre comorbilidades e persistência de disforia de género para validar preconceitos. 3. Despreza a evidência de que barreiras legais e restrições médicas agravam o risco de suicídio."