
Simultaneamente, estes mesmos jovens têm acesso ilimitado aos cantos mais obscuros da internet, frequentemente sem supervisão ou mediação parental adequada. O contraste é chocante: não podem atravessar a rua sozinhos, mas podem consumir conteúdo sexual explícito, ideologia radical e comunidades que promovem autoagressão.
O problema, sustenta Duval, é que afirmar a armadura não resolve o medo subjacente. A rapariga que tem medo da sexualidade feminina não deixa de ter medo por se identificar como rapaz; simplesmente evita confrontar esse medo. O rapaz que se sente inadequado não desenvolve confiança genuína; apenas evita as situações que expõem a sua vulnerabilidade percebida.
