A ausência de consenso jurídico e social sobre estas questões não elimina a necessidade de estabelecer princípios claros que protejam simultaneamente a vulnerabilidade dos menores, os direitos fundamentais das famílias e a legitimidade das instituições estatais. O debate sobre gender trafficking, independentemente da terminologia que se adopte, contribui para tornar visível um conjunto de práticas que exigem escrutínio público, discussão democrática e, eventualmente, resposta legislativa adequada que salvaguarde todos os interesses em presença.