

"A pressão social e dos media sobre estas pessoas é muito grande e pode determinar decisões precipitadas e muito graves. Em muitos meios passou-se de uma discriminação de género para uma cultura de género."

"Tendo sido identificados fatores de risco ou situações que, por si, possam alterar a perceção do género experimentado/expresso, não é lícito intervir diretamente, por meios médicos ou cirúrgicos, na expressão biológica e/ou anatómica do género, mais ainda tratando-se de menores de idade."— Dr. Carlos Nunes Filipe
"Na dúvida não intervir na 'correção' médica da disforia de género. Intervir, isso sim, no tratamento das perturbações associadas que tenham sido identificadas."— Dr. Carlos Nunes Filipe, Psiquiatra e Professor Catedrático